Atualização sobre a Operação Tempestade Al-Aqsa: dia 67 Segundo o Haaretz, Netanyahu diz que “a única diferença entre o Hamas e a Autoridade Palestina é que o Hamas quer nos destruir agora, e a Autoridade Palestina quer fazê-lo por etapas”.
Maceió, a cidade fantasma do extrativismo predatório O início da exploração do minério se deu durante o período da ditadura empresarial-militar, no governo Ernesto Geisel, e seguiu até o ano de 2019, o último período em que a Braskem pode explorar silenciosamente aquele que era o lar de milhares de famílias.
'Vem um novo período revolucionário?' (Camarada Moura) E no final das contas, o socialismo cresce ou não? Como vivemos na luta de classes, a resposta correta a essa pergunta só pode ser dada quando olhamos para o campo de batalha, para as nossas forças e para as forças do inimigo.
'De que tipo de Frente o proletariado brasileiro necessita?' (Leonardo Damasceno) A fim de construir o embrião do Poder Popular para contrapor o Estado burguês, necessitamos de unidade de ação e a essa altura do campeonato, sabemos que isso só se dá por meio da polêmica pública, contudo não há um debate consensuado por nós acerca das práticas e da linha política do PCR.
'Uma Crítica ao “Progresso” no Capitalismo' (Gabriel Andrade) Não defendemos um progresso técnico vazio, mas um que sirva ao progresso qualitativo, o progresso humano, para que o homem, enfim, consiga viver livre da ideologia capitalista, da repressão das pulsões, da revolta e livre dos grilhões materiais, da pobreza, da miséria ou da beira dela!
Atualização sobre a Operação Tempestade Al-Aqsa: dia 66 A resistência libanesa lançou 8 mísseis contra Ramtha e Samaka nas colinas de Kfar Shuba, sul do Líbano. Também disparou uma série de mísseis do sul do Líbano contra bases militares da ocupação na Galileia Ocidental. Israel diz ter interceptado 8 deles, enquanto dois caíram em área deserta.
Mais um desastre ambiental: Colapso do solo em Maceió é causado pela Braskem Os moradores da região já se mostravam insatisfeitos com a mineração em 1985, que há registros de protestos pela preocupação com os impactos ambientais que poderia causar. A privatização não ajudou a sanar esse problema, muito pelo contrário.