Atualização sobre a Tempestade Al-Aqsa: dia 912
Obeida afirmou que a ofensiva em Gaza expõe a dependência externa de Israel, denunciou ataques a civis e convocou mobilização regional, alertando que ações contra prisioneiros e Al-Aqsa podem agravar o conflito.
Discurso do porta-voz das Brigadas Izz El-Din Al-Qassam, Abu Obeida
Bendito seja o povo de Gaza – firme e sacrificado – e, por trás deles, o povo da Palestina e todos aqueles que se sacrificaram em toda a nação e as pessoas livres do mundo neste momento decisivo.
Após uma guerra de genocídio e limpeza étnica em Gaza – os massacres mais horríveis da história moderna – a agressão continua a se expandir, espalhando destruição pela região.
Foi lançada uma agressão traiçoeira contra o Irã em meio a negociações enganosas, em total coordenação com os Estados Unidos.
A verdadeira natureza dessa entidade foi exposta, revelando sua fraqueza e total dependência de apoio externo que não durará.
Em meio ao silêncio global e aos padrões duplos, o mundo exige concessões apenas dos palestinos, ignorando as violações da ocupação e sua recusa em cumprir acordos.
A ocupação continua a atacar civis para criar caos, transformando as chamadas zonas seguras em armadilhas mortais e restringindo ajuda e movimentação.
Houve uma escalada com o fechamento da Mesquita de Al-Aqsa e a proibição de fiéis de rezarem durante o Ramadã e além, enquanto se aprova a execução de prisioneiros em violação de todas as normas humanas.
Também convocamos os jovens do nosso povo, os combatentes da resistência e os “lobos solitários” na Cisjordânia, em Al-Quds e no interior ocupado, a se levantarem e realizarem operações de impacto.
O sofrimento e a resistência do povo de Gaza não serão em vão, e seu sacrifício permanece como uma lição escrita com sangue para a nação.
A agressão contra o Irã é uma continuação dos mesmos crimes vistos em Gaza, e os ataques realizados pelas forças iranianas profundamente dentro do território inimigo são motivo de orgulho.
Recebemos com orgulho a mensagem da República Islâmica dirigida ao nosso povo por meio do porta-voz Ebrahim Zolfaghari, dedicando operações aos nossos líderes caídos, como o Sheikh Ahmed Yassin e Yahya Sinwar.
As ações dos combatentes no Irã, Líbano e Iêmen são uma extensão da “Tempestade Al-Aqsa”, punindo os responsáveis por crimes de guerra.
Que a paz esteja com os heróis da resistência libanesa e com a alma de Sayyed Hassan Nasrallah.
Declaramos nosso total apoio ao Líbano, ao seu povo e à sua resistência, e renovamos nosso apelo aos combatentes da resistência libanesa para transformarem o confronto direto em uma oportunidade real de capturar soldados “israelenses”.
Cuidado com a fragmentação e com a distração em batalhas secundárias enquanto eles atingem os pontos centrais de força da nossa nação unida.
A agressão contra o Líbano é um crime completo, e reafirmamos nosso apoio ao seu povo e à sua resistência, com confiança na força e determinação dos combatentes do Hezbollah, que infligiram perdas pesadas e humilhantes ao inimigo.
Convocamos as massas a irem às ruas e cercarem embaixadas em protesto, e todas as forças de resistência a imporem um alto custo ao inimigo pelo fechamento de Al-Aqsa e pela causa dos prisioneiros.
O inimigo deve entender que qualquer dano aos prisioneiros ou à Mesquita de Al-Aqsa não passará sem consequências e provocará uma nova escalada em toda a região.
Comunicado do Ministério da Saúde
Relatório estatístico periódico sobre o número de mártires e feridos devido à agressão sionista na Faixa de Gaza:
Nas últimas 24 horas, chegaram aos hospitais da Faixa de Gaza 4 mártires (1 novo mártir e 3 corpos recuperados) e 5 feridos.
Ainda há várias vítimas sob os escombros e nas ruas, e as equipes de ambulância e da defesa civil continuam impossibilitadas de chegar até elas até o momento.
Desde o cessar-fogo (11 de outubro):
• Total de mártires: 716
• Total de feridos: 1.968
• Total de corpos recuperados: 759
O número total de vítimas da agressão israelense chegou a 72.292 mártires e 172.073 feridos desde 7 de outubro de 2023.